A cooperativa sem degredados: uma esquizoanálise da sua promessa de felicidade

Guilherme Gomes Krueger

Resumen


Um contraponto possível ao postulado continente da principiologia da ACI faz emergir possibilidades literárias marginais face aos princípios da participação econômica do cooperado e da gestão democrática da cooperativa, quando impregnada da pragmática nômade proposta por Deleuze e Guattari, conquanto o contexto contemporâneo é pensado a partir da plasticidade do bem estar entre a ética e a estética, fenômeno evidente, quando se aborda a felicidade como o fim da vivência em cooperativas.

Recibido: 30 mayo 2018
Aceptado: 10 octubre 2018
Publicación en línea: 21 diciembre 2018


Palabras clave


cooperativa; felicidade; filosofia contemporânea

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DOI: http://dx.doi.org/10.18543/baidc-53-2018pp225-250

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